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Notícias › 07/02/2017

Sem desperdício: número de “geladeiras solidárias” cresce no Brasil

A ideia começou na Europa, mas está, cada vez mais, ganhando novos adeptos no Brasil. O projeto “Geladeira Solidária” visa arrecadar alimentos que são doados a quem precisa. Tudo ao estilo “self-service”.

Funciona assim: o voluntário que aderir ao projeto disponibiliza uma geladeira em bom estado de conservação e instala o aparelho em um ponto de fácil acesso, geralmente nas calçadas de casas ou estabelecimentos comerciais. Quem quer doar vai até o local e deposita o alimento na geladeira. E quem precisa, retira sua comida gratuitamente. Não precisa de cadastro, nem de triagem social. Aqui, o que vale é o bom-senso para deixar comida também para outras pessoas que não têm condições de comprar.

Qualquer doação é bem-vinda. Mas os voluntários sugerem que os alimentos doados estejam em embalagens fechadas, dentro do prazo de validade e com a data de fabricação visível. Não é permitido colocar ovos, carnes ou peixes crus. E o principal: a geladeira não aceita bebidas alcoólicas.

No Brasil, há geladeiras instaladas em vários pontos das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Divinópolis, Curitiba, Goiânia, Assis, Campo Grande, Sorocaba, Taubaté etc. Não há um número exato de voluntários ligados ao projeto, mas é visível o aumento da quantidade de pessoas que aderem à iniciativa.

As geladeiras podem ficar até 24 horas abastecidas, de acordo com o espírito de solidariedade de quem mora ou trabalha perto dos locais onde foram fixadas. Para arrecadar alimentos, os voluntários fazem campanhas pelo Facebook. Em um dia, o dono de uma padaria doou mais de 1.000 pães de queijo que fizeram a alegria de quem precisa. A boa ação foi comemorada nas redes sociais.

Uma iniciativa, que, além de ajudar quem tem fome, desperta o espírito de solidariedade e evita o desperdício de alimentos.

Por Aleteia

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